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domingo, 1 de janeiro de 2017

SD 185 : ZUMBI - o guia de sobrevivência

COMBATE CORPO-A-CORPO


Os combates corpo-a-corpo devem ser quase sempre evitados. Dada a
falta de velocidade dos zumbis, é muito mais fácil correr (ou andar
depressa) do que ficar parado e lutar. E ntretanto, esse tipo de disputa pode
ser necessária para destruir um zumbi a curta distância. N este caso, frações
de segundo são críticas. Um movimento errado, um momento ile hesitação,
e você pode sentir mãos frias agarrando seu braço ou dentes afiados e
quebrados mordendo sua carne. Por essa razão acima de todas, escolher uma
arma de combate corpo-a-corpo é mais importante do que qualquer outro
armamento apresentado neste capítulo.


1. ARMAS DE CONCUSSÃO


Ao usar uma arma de concussão, o objetivo é esmagar o
cérebro (lembre-se, a única maneira de matar um zumbi é
destruindo seu cérebro). I sto não é tão fácil quanto parece. O

crânio humano é uma das superfícies mais rígidas e mais
resistentes que existem na natureza. Obviamente, o cérebro do zumbi
também obedece a esta regra. Uma força extrema já é necessária para
fraturá-lo, imagine então o que é preciso para despedaçá-lo. E ntretanto, isso
pode ser feito com um único golpe bem localizado. E rrar o alvo ou fracassar
no ato de quebrar o osso não lhe dará uma segunda chance.
Bastões, cabos de machados e outros porretes de madeira são bons
para tirar um zumbi do caminho ou rechaçar um ataque
individual. O que falta a esse tipo de arma são o peso e força
necessárias para um ataque letal. Um pedaço de cano de chumbo
funcionará em um encontro com uma única criatura, mas é muito pesado
para ser utilizado em movimento. Uma marreta possui o mesmo
inconveniente e também requer prática de seu usuário para atingir um alvo
em movimento. Tacos de alumínio são leves o suficiente para funcionarem
em uma, talvez duas lutas, mas sabe-se que essas ferramentas entortam com
o uso prolongado. O martelo básico de carpinteiro, que pode ser utilizado
com apenas uma das mãos, tem um poder devastador, mas um alcance
muito limitado. O cabo pequeno desta ferramenta permite que um zumbi
agarre seu braço e o prenda. O cassetete da polícia, feito de acetato plástico
(na maioria dos casos), é forte o suficiente para qualquer batalha, mas lhe
falta poder letal para matar num único golpe (observação: esta arma foi
projetada exatamente para isso).
A melhor arma de concussão é um pé-de-cabra de aço. Sua leveza
relativa e
constituição durável fazem do pé-de- cabra a ferramenta ideal
para um combate corpo-a-corpo prolongado. A ponta curva e semi-afiada
também permite a realização de perfurações através das órbitas dos olhos,
atravessando diretamente a caixa craniana. V ários sobreviventes relataram
ter matado zumbis desta forma. Outro benefício do pé-de-cabra é que esta
ferramenta pode ser necessária para arrombar uma porta, deslocar um
objeto pesado ou (|iialquer outra tarefa para o qual ela foi originalmente
criada. N enhuma dessas ações pode ser realizada com qualquer um dos
objetos previamente mencionados. O modelo de litânio chega a ser mais leve
e durável do que o de aço, e atualmente pode ser facilmente encontrado no
mercado ocidental, provenientes de países da E uropa Oriental e da antiga
União Soviética.


2. ARMAS CORTANTES


Qualquer tipo de lâmina possui vantagens e desvantagens
sobre as armas de con- cussão. Aquelas que têm força suficiente
para rachar o crânio raramente se mantêm intactos após várias
repetições do mesmo golpe. P or essa razão, os decepamentos,
particularmente a decapitação, têm quase a mesma função de uma
pancada na cabeça. (Observação: a cabeça de um zumbi, mesmo separada
do corpo, ainda é capaz de morder e deve ser considerada uma ameaça.) A
vantagem dos decepamentos sobre as armas de concussão é que eles podem
tornar a morte do zumbi desnecessária. E m alguns casos, o decepamento de
um membro ou a separação da espinha é suficiente para incapacitar o
agressor morto-vivo. (Observação: cortar um órgão também traz a
possibilidade i le contato com o vírus através da área exposta.)
Um machado comum pode esmagar facilmente o crânio de um zumbi,
esmagando tanto os ossos quanto o cérebro num único golpe. A decapitação
é igualmente fácil, o que explica por que o machado foi a arma preferida dos
executores por séculos. E ntretanto, ao ser combinada com uma cabeça em
movimento, pode tornar o golpe difícil. Além disso, se você errar
completamente o golpe poderá perder o equilíbrio.
A machadinha é uma arma menor e pode ser utilizada com as duas
mãos, podendo ser excelente como último recurso. Se você estiver
encurralado e as armas maiores forem inúteis, um golpe de machadinha
dará conta do atacante.
A espada é a arma cortante ideal, mas não para qualquer tipo de
superfície. Sabres, floretes e armas de esgrima semelhantes não são
adequadas para decepamentos. Seu único uso possível seria uma estocada
através do globo ocular, seguida de um rápido movimento de torção no
cérebro. E ste golpe, entretanto, foi realizado apenas uma vez, por um
esgrimista treinado e, portanto, não é recomendado.
As armas cujo uso requer apenas uma das mãos permitem que você fique
com uma das mãos livre para realizar outras tarefas, como abrir uma porta
ou defender seu corpo com um escudo. A única desvantagem desse tipo de
armamento é a falta de liberdade de movimentos. Um único braço pode não
ter a força necessária para partir a densa cartilagem entre os ossos. Outra

desvantagem é a famosa falta de precisão do usuário. Retalhar um oponente
vivo em qualquer parte do corpo é uma coisa. Realizar um talho limpo e
exato através do pescoço é algo completamente diferente.
E spadas de duas mãos podem ser consideradas as melhores de sua
categoria, oferecendo força e precisão para uma decapitação perfeita. N este
grupo, tipo, a katana utilizada pelos samurais japoneses está em primeiro
lugar no ranking. Seu peso (que varia de 1,5 kg a 2,5 kg) é perfeito para
conflitos prolongados, e sua lâmina pode romper a mais rígida fibra orgânica.
E m cômodos apertados, as lâminas menores são mais vantajosas. O gládio
romano é uma alternativa, apesar da dificuldade de se encontrar uma
réplica adequada para combate. A ninjite japonesa ostenta uma
empunhadura para duas mãos e, nos modelos genuínos, o famoso aço
temperado. Ambos os fatores tornam esta arma superior. O habitual lacão,
graças a seu tamanho, peso e disponibilidade, é provavelmente a melhor
escolha. Se possível, consiga a versão militar, geralmente vendida em lojas
de sobras de equipamentos do exército. Seu aço tende a ser de qualidade
superior e a lâmina escurecida ajuda na ocultação durante a noite.


3. ARMAS BRANCAS DIVERSAS


Arpões, lanças e tridentes servem para espetar um zumbi, mantendo-o
fora de alcance, mas não são necessariamente capazes de matar. Uma
estocada pode atravessar as órbitas de uma criatura, mas a possibilidade é
remota. A alabarda (um híbrido entre o machado e a lança), armamento
típico da E uropa medieval, pode servir como arma cortante, entretanto,
mais uma vez, requer uma grande habilidade e muita prática para que um
golpe de decapitação seja bem- sucedido. A não ser quando utilizada como
arma de concussão, a alabarda tem poucos benefícios.
As estrelas-da-manhã ou "manguais", uma bola com espinhos presa por
uma corrente a uma haste, produzem basicamente o mesmo dano que um
pé-de-cabra, embora de uma forma muito mais drástica. O usuário balança a
haste a uma determinada distância, de forma que seja provocado o impulso
necessário para fazer com que a bola esmague o crânio do oponente. O uso
desta arma requer uma habilidade considerável e, por esse motivo, não é

recomendada.
A maça, também originária da E uropa medieval, possui a mesma função
que o martelo doméstico básico, mas sem o benefício de seus usos práticos.
Uma maça não pode arrombar uma porta, bater num cinzel ou cravar um
prego. A utilização desta arma pode causar ferimentos acidentais. P ortanto,
leve esse tipo de armamento medieval apenas quando não houver
nenhuma outra alternativa disponível.
As facas são sempre úteis, servindo para as mais variadas funções em
diversas situações. Ao contrário de uma machadinha, as facas só são capazes
de matar um zumbi quando a lâmina penetra nas têmporas, nas órbitas
oculares, ou na base do crânio. P or outro lado, as facas quase sempre pesam
menos do que as machadinhas e, não obstante, são melhores quando se está
em movimento. Ao escolher uma faca, assegure-se de que a lâmina tenha
mais de 15 centímetros e seja toda lisa. E vite facas de serra e as combinações
de serra e lâmina lisa encontradas em facas de sobrevivência na selva, já que
estes modelos tendem a se alojar no corpo da vítima. I magine-se cravando a
faca nas têmporas de um zumbi e virando-se para encarar outros três
necrófilos sem ser capaz de recuperar sua arma.
A soqueira com lâmina é, sem sombra de dúvida, a melhor arma
compacta antizumbi da face da Terra. E la combina perfeitamente uma
ponta de ferro de 18 centímetros como lâmina e uma soqueira de metal que
funciona como cabo. E sta arma foi desenvolvida durante os selvagens
combates corpo-a-corpo ocorridos na P rimeira Guerra M undial, onde os
soldados se matavam em trincheiras com pouco mais de 30 centímetros de
altura. A soqueira com lâmina foi especificamente criada para ser utilizada
de forma ascendente através do capacete de aço do inimigo. Assim, pode-se
imaginar a eficácia desta arma contra um zumbi. O usuário pode apunhalar
a lâmina com facilidade através do crânio da criatura, retirá-la de forma
limpa e rápida e, em seguida, arrebentar os miolos de outro morto-vivo ou,
no mínimo, derrubá-lo com um soco no rosto dado com a soqueira. Os
modelos originais são extremamente raros, existindo muito poucos
exemplares, que pertencem a museus e colecionadores particulares.
E ntretanto, quando corretos, os guias esquemáticos para construir sua
própria soqueira com lâmina podem ser seguidos e você mesmo pode
fabricar uma ou duas réplicas com a tensão correta e prontas para o
combate. Esse será um investimento do qual você nunca se arrependerá.

A espada shaolinE sta arma merece menção especial no arsenal antizumbi. Sua aparência
pode ser muito pouco convencional: um bastão de madeira rígida de mais
de 1,80 metro, com uma lamina plana e em forma de sino em uma das
extremidades uma lâmina crescente virada para fora na outra. Sua origem
remonta à dinastia chinesa Shang (1766-1122 a.C .). Quando o budismo
migrou para a C hina, a espada foi adotada |>dos monges shaolins tanto
como ferramenta quanto como arma. Quando impulsionada com ambas as
lâminas viradas para a frente, causa decapitação instantânea, enquanto seu
(amanho a torna completamente segura para o usuário. E ste mesmo
tamanho a torna pouco prática para combates em locais fechados e,
portanto, deve ser evitada nessas ocasiões. K m espaços abertos, entretanto,
nada combina melhor a segurança de uma lança com o poder mortal de
uma katana do que a espada shaolin.
E xiste uma grande variedade de outras armas brancas pelo mundo, e
não há espaço suficiente para que o autor discuta cada uma delas
individualmente. Se você descobrir um utensílio ou ferramenta que possa
servir como uma boa arma, faça a si mesmo as seguintes perguntas:
1. Pode esmagar um crânio num único golpe?
2. Em caso negativo, poderia decapitar também num único golpe?
3. É de fácil manejo?
4. É leve?
5. É durável?
As questões 3, 4 e 5 dependerão de sua situação presente. As questões 1 e
2 são essenciais!
4. FERRAMENTAS ELÉTRICAS


A ficção popular tem nos mostrado o poder impressionante e brutal da
serra elétrica. Seus dentes rotativos de rápido acionamento podem fatiar
facilmente carne e ossos, tornando desnecessárias a força e a habilidade
exigidas pelas armas manuais.

Seu rugido também dá ao proprietário o tão necessário impulso
psicológico - um fortalecimento diante do terror abjeto. Quantos filmes de
terror você já viu onde essa máquina de matar industrial levou a destruição
para tudo e todos em que tocava? N a realidade, entretanto, as serras e
outros aparelhos elétricos ocupam posições extremamente baixas no ranking
das armas mais práticas para o aniquilamento de zumbis. P ara os iniciantes,
seu reservatório de combustível é finito. Uma vez que o combustível é
consumido, essas ferramentas oferecem tanta proteção quanto um
minisystem. C arregar combustível extra ou baterias leva ao segundo
problema básico: o peso.
A serra elétrica comum pesa 4,5 kg, rivalizando com os 900 gramas da
machadinha. Sendo assim, qual das duas armas aumenta a probabilidade de
exaustão? A segurança também deve ser considerada. Basta um tropeço e os
dentes rotativos podem dilacerar o seu próprio crânio com a mesma
facilidade com que faria com o inimigo. C omo qualquer máquina, outro
problema é o barulho. O rugido típico da serra elétrica, mesmo soando por
alguns poucos segundos, é suficiente para anunciar para qualquer zumbi
que estiver no campo de audição que "o jantar está servido".


ATIRADEIRAS E FLECHAS


Comumente, acredita-se que o uso de balística diferente da das armas de
fogo, como em arcos e estilingues, é um desperdício de energia e recursos.

N a maioria dos casos, isso é verdade. E ntretanto, se utilizados de forma
correta, estas armas permitirão que você mate a uma longa distância com
pouco ou nenhum som. O que aconteceria se você estivesse tentando
escapar de uma área infestada, virasse uma esquina e um único necrófilo
bloqueasse seu caminho? E le está muito distante para que você possa
utilizar uma arma branca. Antes que você possa se aproximar, o gemido da
criatura irá trair sua posição. O estampido de uma arma de fogo soará como
um alarme ainda mais estridente. O que você deve fazer? E m casos como
esse, certas armas silenciosas podem ser sua única opção.


1. A ATIRADEIRA


T ornada famosa pela história bíblica de Davi e Golias, a atiradeira tem
feito parte de nossa herança desde os tempos pré-históricos. O usuário
posiciona uma pedra lisa e redonda no centro de uma tira fina de couro,
segura ambas as extremidades, gira-a repetidamente em movimentos
rápidos e, por fim, solta uma das pontas da tira, liberando a pedra em
direção ao alvo. Teoricamente, é possível executar um zumbi com um
silencioso golpe na cabeça a menos de trinta passos de distância. E ntretanto,
mesmo após meses de treinamento, a probabilidade de realizar um ataque
desse tipo é de uma em dez, no máximo. N a falta de experiência, o melhor é
simplesmente atirar pedras.


2. O ESTILINGUE


Um descendente da funda de couro, o moderno estilingue é pelo menos
dez vezes mais preciso do que seu antecessor, a atiradeira. O que lhe falta,
entretanto, é vigor. P equenos projéteis lançados de um moderno estilingue
simplesmente não têm a força necessária, mesmo que a distâncias mínimas,
para penetrar no crânio de um zumbi. E ssa arma deve servir apenas para
alertar o necrófilo para sua presença.


3. A ZARABATANA


Dado que o veneno não surte nenhum efeito nos mortos- vivos,
desconsidere totalmente esta arma.


4. SHRIKEM


E sses dispositivos pequenos e com pontas múltiplas eram utilizados no
J apão feudal para atravessar o crânio humano. K m aparência, essa arma

lembra uma réplica em aço bidimensional de uma estrela brilhante, vindo
daí o seu nome, que significa "estrela arremessável". E m mãos experientes,
podem abater um zumbi com muita facilidade. Entretanto, da mesma forma
que muitas das armas aqui discutidas, o liso das estrelas arremessáveis requer
uma grande experiência. A não ser que você seja um dos poucos mestres
dessa arte (apenas um pequeno número de pessoas pode reivindicar este
título), abstenha-se de métodos que requeiram um nível de exotismo tão
grande.


5. FACAS ARREMESSÁVEIS


Assim como o shuriken, essas armas de curta distância requerem
semanas de prática para acertar um alvo tão grande quanto o corpo de um
homem e meses para atingir uma área tão pequena quanto a cabeça de um
zumbi. Apenas um especialista dedicado poderia ter esperança de
realmente eliminar um morto-vivo. A energia e o tempo gastos no
treinamento poderiam ser mais produtivos se aplicados em uma
convencional. L embre-se de que você possui diversas habilidades para
dominar e não dispõe de todo o tempo do mundo para aprendê-las. N ão
desperdice essas horas tão valiosas tentando dominar uma arma de terceira
classe.


6. O ARCO LONGO OU COMPOSTO


Grosso modo, atingir a cabeça de um zumbi
com uma flecha é uma proeza extremamente
difícil. M esmo com arcos compostos e miras
modernas, apenas arqueiros experientes
conseguem realizar arremessos firmes. O único
uso prático para essa arma é o lançamento de
flechas incendiárias.
P ara dar início a incêndios de forma silenciosa, es- tando-se a uma
grande distância, nada funciona melhor do que uma flecha em chamas.
E sta forma de ataque deve e tem sido utilizada para atear fogo em
indivíduos mortos-vivos. O zumbi alvo não será sábio o suficiente para
arrancar a flecha de seu corpo e pode,

dadas as devidas circunstâncias, queimar outros necrófilos antes de
sucumbir às chamas.


7. A BESTA


O poder e a precisão da besta moderna podem lançar um "virote" (a
flecha da besta) de forma limpa através do crânio de um zumbi a mais de
400 metros. E ssa pequena maravilha é chamada de "o perfeito assassino
silencioso". A pontaria certeira é importante, embora não requeira maiores
esforços do que os necessários para a utilização de um rifle. A recarga exige
tempo e força, embora possa ser desnecessária. A besta é uma arma de
tocaia, e não um artifício para conter multidões. Utilize-a apenas contra um
único zumbi. Se houver mais, você pode acabar nas garras de um mortovivo, sendo seriamente machucado antes de ter tempo de carregar outro
virote. N o que diz respeito ao virote, tanto o exemplar triangular quanto
aquele em forma de projétil são eficazes. P ara aumentar a precisão, deve-se
acrescentar uma mira telescópica. I nfelizmente, o tamanho de qualquer boa
besta irá torná-la a arma primária. P or esse motivo, escolha-a apenas quando
a situação permitir, como na ocasião em que estiver viajando com um grupo,
defendendo sua casa ou quando não houver nenhuma arma de fogo
silenciosa.


8. A MINIBESTA


M enores, as minibestas podem servir de complemento para sua arma
primária. C arregar uma significa que uma arma compacta e silenciosa estará
sempre a sua disposição quando necessário. E m comparação a besta maior, a
mini possui precisão e poder inferiores e cobre distâncias menores. Utilizar
essa arma significa chegar mais perto do alvo. I sso aumenta não apenas o
perigo como também o risco de ser detectado, o que, por sua vez, vai contra
a necessidade de uma arma silenciosa. Use a minibesta com cuidado e
parcimônia.


ARMAS DE FOGO


De todas as armas contidas nesse livro, nada é mais importante do que
sua arma de fogo primária. M antenha-a limpa, lubrificada, carregada, e
mantenha-a por perto. C om a cabeça fresca, a mão firme e um grande
estoque de munição, um ser humano é mais do que um adversário digno
para um exército de zumbis.
A escolha de uma arma de fogo deve ser uma ciência exata, com cada
variável considerada. Qual é a sua primeira meta: defesa, ataque, ou ficar de
tocaia? C om que tipo de invasão você está se deparando? Quantas pessoas,
se é que há mais alguma, fazem parte do seu grupo? Que tipo de ambiente é
o seu campo de batalha? Diferentes armas de fogo possuem diferentes
funções. Praticamente nenhuma delas serve para todas as funções. Escolher
as ferramentas perfeitas significa descartar as doutrinas convencionais de
conflito armado que têm funcionado tão bem contra nossos companheiros
humanos. I nfelizmente, todos nós sabemos muito bem como matar uns aos

outros. Já matar zumbis — isso é outra história.


1. A METRALHADORA PESADA


Desde a P rimeira Guerra M undial, esta invenção tem revolucionado o
conflito humano. Seu mecanismo permite que uma tempestade de balas seja
descarregada em segundos. E ssa tática pode ser inestimável nos campos de
batalha humanos, mas é um desperdício ineficaz contra os mortos- vivos.
L embre-se, você precisa acertar um tiro na cabeça de uma criatura: uma
bala, acertada com toda a precisão. Devido ao fato de a metralhadora ser
designada para uma saraivada de disparos, pode ser que centenas, até
milhares de cartuchos sejam liberados até que haja um tiro aleatoriamente
letal. M esmo quando a metralhadora é mirada como um rifle (uma tática
utilizada pelas forças especiais americanas), essa é uma preposição
prejudicial. P or que atingir um zumbi com uma rajada de cinco turnos bem
mirada quando um tiro de rifle bem mirado produz o mesmo efeito? N a
década de 1970, uma escola de pensamento favoreceu a "teoria da
ceifadeira": se uma metralhadora for posicionada MM altura das cabeças de
uma multidão de mortos-vivos, ela pode dizimá-los numa única e longa
rajada. E ste argumento tem sido desmascarado — os necrófilos, como
humanos que costumavam ser, não são todos da mesma altura. M esmo que
alguns sejam destruídos, pelo menos a metade irá sobreviver para invadir o
local da onde vieram os tiros. M as e o dano corporal maciço causado por
essas armas? Uma metralhadora não tem poder suficiente para cortar um
corpo pela metade e isso não dispensa um tiro na cabeça? Sim e não. O
cartucho de 5.56 milímetros básico utilizado pela SAW (Squad Automatic
Weapon), o E squadrão de Armas Automáticas do E xército Americano, pode
quebrar a espinha humana, cortar os membros ou, de fato, romper o corpo
de um zumbi em duas metades. I sso, entretanto, não significa que o tiro na
cabeça seja desnecessário. P rimeiro, a probabilidade de desmembrar um
zumbi é extremamente pequena, por conseqüência, esse ato requer uma
grande quantidade de munição. E , segundo, a não ser que o cérebro seja
destruído, o zumbi propriamente dito ainda está vivo — aleijado, é verdade,
talvez até mesmo imobilizado, mas ainda vivo. P or que jogar nas próprias
costas a necessidade de rematar uma massa de partes de corpos emboladas e
potencialmente perigosas?


2. A SUBMETRALHADORA


O problema apresentado por essa arma é similar ao que ocorre com a
metralhadora pesada: munição consumida versus mortos-vivos executados.
E ntretanto, quando estiver lutando em cantos apertados, a
submetralhadora terá seu nicho. O cano curto torna essa arma mais fácil de
manejar do que um rifle e a coronha dobrável proporciona maior apoio do
que uma pistola. C ertifique-se de que a submetralhadora esteja sempre
regulada para disparar um único tiro. C omo já discutimos, o modo
automático é simplesmente um desperdício de munição. Também
certifique-se de mirar com a arma na altura do seu ombro. M irar na altura
do quadril não produzirá nenhum outro efeito além de um som estridente e
um insucesso total. Uma desvantagem desse armamento é sua baixa
precisão a longas distâncias. P or ter sido projetada como uma arma de
combate a curta distância, você terá de se aproximar muito mais perto de
um zumbi do que se estivesse carregando um rifle ou uma arma de assalto.
E sse normalmente não seria um problema, exceto pelo risco de as
submetralhadoras, como todas as armas automáticas e semi-automáticas,
engasgarem durante o uso. E m locais apertados, você pode colocar a si
mesmo em risco de forma desnecessária. E ste é o único motivo pelo qual a
submetralhadora deve ser descartada como arma primária.


3. O RIFLE DE ASSALTO


E sta arma foi originalmente inventada para cobrir a lacuna entre o rifle e
a submetralhadora, oferecendo tanto variações de distância quanto fogo
contínuo. E stas características não a tornam ideal para exterminar mortosvivos? N a verdade, não. Apesar da amplitude e da precisão serem
necessárias, o fogo contínuo, como já vimos, não é. E mbora o rifle de assalto
possa ser ajustado para o modo semi-automático, da mesma forma que a
submetralhadora, a tentação de ir com tudo no modo automático ainda
existe, exatamente como acontece com os usuários da submetralhadora.
Quando estiver lutando por sua vida, pode ser simplesmente muito fácil
empurrar a alavanca e mandar ver, independente do custo e da utilidade
desta atitude. Se você escolher o rifle de assalto como arma primária, tenha
em mente as questões básicas válidas para todas as armas de fogo: Qual é a

sua amplitude? E a precisão? A munição apropriada está disponível sem
necessidade de maiores esforços? A manutenção e a limpeza são fáceis?
P ara responder a algumas dessas perguntas, o melhor é examinar dois
exemplos extremos. A M 16A1 do exército americano é considerada por
muitos o pior rifle de assalto já inventado.
Seu mecanismo extremamente complicado é ao mesmo tempo difícil de
limpar e dado a engasgos. O ajuste da mira, algo que deve ser feito todas às
vezes em que um alvo muda
de lugar, requer o uso de uma unha, a ponta de uma caneta
esferográfica ou qualquer artefato similar. O que aconteceria se você não
tivesse nenhum desses itens ou os perdesse enquanto várias dezenas de
zumbis se arrastam, decididos, em sua direção? A delicada coronha de
plástico da M 16A1 impede o uso de baionetas e, no caso de tentar usar este
acessório, você corre o risco de despedaçar a coronha oca e presa por uma
simples mola. Esta é uma falha crítica. Se estiver enfrentando um necrófilo e
sua Al engasgar, você não poderá utilizá-la desesperadamente como uma
arma de concussão. N a década de 1960, a M l6 (a AR-15 original) foi
designada para a segurança de base da Força Aérea. P or razões políticas
típicas dos complexos militares-industriais (você compra a minha arma,
ganha o meu voto e minhas contribuições de campanha), ela foi adotada
como a principal arma de infantaria do exército americano. Assim, os
primeiros registros de combate durante a Guerra do V ietnã foram medíocres
e os guerrilheiros comunistas recusaram-se a retirá-las dos americanos
mortos. A M 16A2, mais recente, apesar de apresentar alguma melhoria,
ainda é considerada uma arma de segunda classe. Se lhe for dado o direito
de escolher, siga o exemplo dos vietcongues e ignore completamente a Ml6.
N o lado oposto desse espectro, o AK -47 soviético é considerado o melhor
rifle de assalto já fabricado. Apesar de ser mais pesado que a M 16 (5 contra 3

kg) e possuir um coice consideravelmente mais acentuado, essa arma é
famosa por sua eficiência resistente e constituição robusta. Seu mecanismo
de disparo longo e espaçoso previne engasgos causados por sujeira ou areia.
E m combates corpo-a-corpo, você pode tanto golpear um zumbi por trás da
cavidade ocular com a baioneta da arma quanto utilizar a sólida coronha de
madeira revestida de metal para esmagar seu crânio. Se a imitação é a mais
sincera forma de lisonja, então diversas nações escolheram lisonjear o AK
tanto com cópias diretas (o rifle de assalto chinês T ype 56) ou modelos
modificados (a Galil israelense). M ais uma vez, apesar do rifle de assalto não
ser ideal para a defesa com os mortos-vivos, um dos membros da família AK-
47 será sua melhor aposta.


4. O RIFLE ACIONADO POR ALAVANCA/GATILHO


Um produto do século XI X, essas armas são muitas vezes consideradas
obsoletas. P or que utilizar um rifle de caça quando se pode usar uma
submetralhadora? Tal arrogância é simplesmente infundada, tendo suas
raízes no chauvinismo tecnológico e na falta de experiência prática. Um rifle
acionado por alavanca ou gatilho bem construído e usado por pessoas
treinadas proporciona uma defesa contra os mortos-vivos tão boa, ou
melhor, do que o mais recente equipamento militar. E sses rifles possuem
capacidade para apenas uma bala, de forma que obrigam o usuário a realizar
um reconhecimento total da área, aumentando as chances de acerto. E ssa
característica também elimina até a possibilidade de mandar ver e, assim,
preserva a munição, independente da vontade do usuário. Um terceiro
motivo é sua facilidade relativa de limpeza e operação, algo que não deve
ser ignorado, Os rifles de caça são confeccionados para o mercado civil. Os
fabricantes sabem que se essas armas forem muito complexas, as vendas
cairão estrondosamente. Um quarto e último motivo é a pronta
disponibilidade de munição. C omo há mais lojas de armas civis do que
arsenais militares nos E stados Unidos (um padrão que não é compartilhado
no restante do mundo), você obterá mais facilmente munição para um rifle
de caça do que para uma arma de assalto ou uma submetralhadora. I sso se
provará fundamental em qualquer cenário retratado na próxima parte deste
manual.
Ao escolher um rifle acionado por alavanca ou gatilho, tente encontrar a
versão militar mais antiga possível. I sso não significa que os modelos civis
sejam armas inferiores — na verdade, acontece o oposto — mas quase todos

os rifles de gatilho foram projetados para serem utilizados em combates
corpo-a-corpo. C ertifique-se de que haja tempo suficiente para estudar o
uso do rifle para esse propósito. A simples ação de sacudi-lo como se fosse
um bastão destruirá qualquer arma, tanto militar quanto civil. E xistem
manuais que explicam como utilizar um rifle como se fosse um tacape. Até
mesmo velhos filmes de guerra podem demonstrar como estas armas são
mortais sem que sequer se dispare um único tiro. E xemplos de rifles militares
acionados por alavanca são o Springfield americano, o L ee E nfield inglês e o
M auser K ar 98k alemão. M uitos ainda existem, a maioria em bom
funcionamento. E ntretanto, antes de escolher, certifique-se de que haja um
estoque de munição adequada. P ossuir um rifle militar acionado por
alavanca não fará a mínima diferença se só estiverem disponíveis cartuchos
compatíveis com modelos civis.


5. O RIFLE SEMI-AUTOMÁTICO


Desde que foi lançada, esta arma tem se mostrado superior no extermínio
de zumbis. Dada a possibilidade de consumo de munição (um cartucho é
gasto todas as vezes que o gatilho é apertado), é necessário um bom nível de
disciplina. E ntretanto, esta opção pode ser uma bênção em situações que
envolvam alvos múltiplos. N uma ocasião registrada, uma mulher
encurralada matou os 15 zumbis que a atacavam em 12 segundos! E sta
história ilustra o potencial de um rifle semi-automático. P ara combate a
curta distância ou para pessoas em fuga, a carabina semi-automática possui
a mesma utilidade que o modelo maior. Apesar de ter metade da amplitude,
a carabina tende a ser mais leve e fácil de carregar, e utiliza menos munição.
Ambos os tipos lhe servirão muito bem, dependendo da situação. Ao
escolher uma semi-automática, o Garand M 1 utilizado na Segunda M undial
ou a carabina M 1 são, de muitas maneiras, superiores ao armamento
contemporâneo. P ode ser surpreendente, entretanto, saber que essas velhas
armas militares foram projetadas para sobreviverem ao maior conflito da
história. N ão apenas cumpriram a tarefa de forma admirável, como o
Garand ainda foi o principal rifle do exército americano durante todo o
conflito da C oréia. Outra vantagem do Garand M l é seu papel secundário
como arma de corpo-a-corpo (na Segunda Guerra M undial, o uso da
baioneta ainda era considerado uma parte essencial do combate). Apesar de
não ser mais produzido, ainda restam muitos Garands no mercado, com
munição amplamente disponível. É impressionante, mas a carabina M 1

ainda é fabricada. Sua leveza e a boca pequena fazem com que essa arma
seja perfeita para combates em ambientes fechados ou durante longas
jornadas a pé. Outras escolhas mais modernas incluem o Ruger M ini-30, o
Ruger M ini-l4 e o T ype 56 chinês (uma cópia da carabina SK S soviética; não
confundir com o rifle de assalto de mesmo nome).


6. A ESPINGARDA DE CAÇA


A curta distância contra atacantes humanos, esta arma reina suprema.
C ontra mortos-vivos, isso não é inteiramente verdade. Uma boa espingarda
de caça de calibre .12 pode literalmente explodir a cabeça de um zumbi.
E ntretanto, quando maior a distância, maior será o padrão de dispersão do
chumbo e menor será a probabilidade de perfuração do crânio. Uma
espingarda resistente causa o mesmo efeito que um rifle, mesmo a longas
distâncias (contanto que o cano seja longo o suficiente), entretanto, neste
caso, por que não usar simplesmente um rifle? O que as espingardas
possuem é poder de parada. Um projétil de fragmentação atua como uma
parede sólida, enquanto uma bala de rifle pode passar direto através de um
alvo ou errá-lo completamente. Se você estiver encurralado ou em fuga,
precisando de tempo e espaço, uma boa rajada de espingarda pode derrubar
vários zumbis. A desvantagem da espingarda é que os imensos cartuchos
calibre .12 são volumosos e, por esse motivo, dificultam o transporte em
viagens, deixando pouco espaço para outros equipamentos. E ste fato deve
ser considerado se for necessária uma longa jornada.


7. A PISTOLA


Os americanos têm uma relação muito especial com as pistolas. E las
aparecem em todos os filmes, todos os programas de televisão, todos os
romances populares, em todas as revistas em quadrinhos. N ossos heróis
sempre as carregaram, do homem da lei do Velho Oeste ao valente tira da
cidade grande. E las fazem parte de todas as conversas dos gângsteres;
liberais e conservadores lutam contra elas. P ais protegem seus filhos delas e
elas fazem com que seus fabricantes acumulem fortunas inimagináveis. E

possível que, mais do que os automóveis, a pistola seja sinônimo de E stados
Unidos.
Entretanto, que utilidade tem esse ícone cultural contra os comedores de-carne-humana? N a verdade, não muita. Ao contrário de nossos heróis
da ficção, a pessoa mediana pode ter dificuldade de acertar qualquer tipo
de alvo, imagine então o problema que pode ser atingir algo tão pequeno e
móvel quanto a cabeça de um zumbi. Acrescente a esta situação o violento
esforço emocional necessário para um combate contra mortos-vivos e a
possibilidade de um tiro bem-sucedido poder estar um nível acima da
negociação com o atacante. E studos demonstraram que, de todos os
ferimentos balísticos desperdiçados — ou seja, aqueles que atingiram um
zumbi de forma não-letal — 73% vêm de um tipo de pistola. Uma mira a
laser aumenta a possibilidade de uma pontaria exata, mas é inútil com um
pulso vacilante. As pistolas só devem ser empunhadas em circunstâncias
extremas. Se você cair nas garras de um zumbi, uma pistola pode salvar sua
vida. P ressionar a boca da arma contra a têmpora do morto-vivo e puxar o
gatilho é um procedimento que não requer habilidade e assegura uma morte
certa. O fato de as pistolas serem pequenas, leves e fáceis de carregar fazem
delas armas secundárias atraentes para qualquer tipo de cenário. Se sua
arma primária for uma carabina, a possibilidade de compartilhar munição é
maior, o que torna a carga mais leve. P or essas razões, uma pistola deve
sempre estar carregada ao enfrentar necrófilos, mas apenas como arma
reserva. N unca se esqueça de que muitos cadáveres desmembrados e
devorados pela metade foram descobertos com essas maravilhas ainda
presas a suas mãos frias e mortas.


8. ARMAS CALIBRE .22 DO TIPO RIMFIRE


E stas armas (rifle ou pistola) disparam um cartucho de poucos
milímetros, sem passar de 3 centímetros. E m circunstâncias normais,
geralmente são relegadas a treinamentos, competições ou caça de animais
de pequeno porte.
N um ataque de mortos-vivos, entretanto, a diminuta rimfire .22 coloca-

se orgulhosamente lado a lado de suas primas mais pesadas. O tamanho
pequeno de seus projéteis também permite o porte de uma quantidade três
vezes maior de munição. I sso também torna a própria arma mais leve, uma
dádiva em longas trilhas através de territórios infestados por zumbis. A
munição também é fácil de ser fabricada e abundante em todos os pontos
dos E stados Unidos. Dificilmente uma loja que venda armas, independente
do tipo, não possuirá um estoque de rimfire .22. E ntretanto, há duas
desvantagens quando se considera o uso de uma .22. Seu pequeno projétil
tem um poder de parada igual a zero. Diversas pessoas (incluindo o expresidente Ronald Reagan) foram atingidas por tiros de .22 e só perceberam
muito tempo depois. Um necrófilo que receber uma bala no peito não se
tornará nem mesmo mais lento, e dificilmente será contido por esse projétil
tão diminuto. Outro problema é a falta de penetração craniana a longas
distâncias. Com uma .22, você pode precisar chegar muito perto do inimigo,
perto demais para que se sinta à vontade, um fato que pode aumentar o
nível de estresse e diminuir as chances de uma morte. Uma prova disso é a
forma como a aparente fraqueza de um projétil lançado por uma .22 pode
ser chamado de uma falsa bênção. Sem a potência necessária para
atravessar a parte de trás do crânio do zumbi, as balas de .22 são famosas por
ricochetear dentro da caixa craniana, causando muito mais danos do que
qualquer projétil de .45. Assim, quando chegar o momento de se armar
contra a ameaça zumbi que se agiganta, não despreze a natureza diminuta,
quase como um brinquedo, dessa arma de fogo rápida e eficiente.


9. ACESSÓRIOS


Os silenciadores, quando disponíveis, podem ser um apetrecho vital à
sua arma de fogo. P ode abafar o som e evita o uso de arcos, atiradeiras, ou
outras armas não-balísticas (essenciais quando se está em movimento).
Uma mira telescópica pode aumentar a pontaria de forma imensurável.
Especialmente em ataques de tocaia a longa distância.
  

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