telas e nos livros, ou com os brinquedos. Ou personificar suas figuras preferidas
na saga fazendo cosplay. Pode também transformar sua casa reunindo milhares
de objetos colecionáveis (veja bem, isso nem sempre será agradável para quem
morar com você). Tem quem monte um negócio próprio baseado na saga e tire
dele sua fonte de renda. E tem quem procure por outras pessoas que tenham essa
paixão.
Participar de um grupo de fãs de Star Wars pode ser desde uma diversão até
um estilo de vida. Isso porque, ao se associar, você pode simplesmente
acompanhar os feeds de notícias sobre a saga nas redes sociais. Mas, se preferir,
pode frequentar eventos temáticos, colaborar em ações de caridade ou até
mesmo vir a fazer parte do grupo responsável por administrar o grupo.
| O cachê de Harrison Ford para interpretar Han Solo em “Uma nova esperança” foi de 10 mil dólares |
Alguns fã-clubes de Star Wars se destacaram ao longo dos anos, seja pelo
tamanho de sua comunidade, seja pela irreverência .
O 501st Legion (501st.com)
é o maior fã-clube de Star Wars, em termos de associados. Presente em mais de
43 países, é formado por fãs que fazem cosplay de personagens do Império
Galáctico e dos Sith. Seguindo um rígido controle de apresentação e qualidade
das vestimentas e uma conduta de organização em moldes militares, participa de
eventos e ações em busca de recursos para caridade. Fundado nos EUA em 1997
por Albin Johnson e Tom Crews, é conhecido como “O Punho de Vader”. No
Brasil, é representado por duas Guarnições ou Garrissons: o 501st Divisão Brasil
(facebook.com/501stBrazilianGarrison), para São Paulo, Santa Catarina, Paraná e
Rio Grande do Sul; e o Novo Império 501st (novoimperio501st.com.br), para os
demais estados, cada um com desdobramentos internos chamados Esquadrões ou
Squads representando cidades ou regiões.
O Rebel Legion (rebellegion.com)
43 países, é formado por fãs que fazem cosplay de personagens do Império
Galáctico e dos Sith. Seguindo um rígido controle de apresentação e qualidade
das vestimentas e uma conduta de organização em moldes militares, participa de
eventos e ações em busca de recursos para caridade. Fundado nos EUA em 1997
por Albin Johnson e Tom Crews, é conhecido como “O Punho de Vader”. No
Brasil, é representado por duas Guarnições ou Garrissons: o 501st Divisão Brasil
(facebook.com/501stBrazilianGarrison), para São Paulo, Santa Catarina, Paraná e
Rio Grande do Sul; e o Novo Império 501st (novoimperio501st.com.br), para os
demais estados, cada um com desdobramentos internos chamados Esquadrões ou
Squads representando cidades ou regiões.
O Rebel Legion (rebellegion.com)
é um clube internacional de fãs que fazem cosplay de personagens da República,
da Rebelião e da Resistência, também seguindo padrões de fidelização das
vestimentas diante do que é reproduzido nos filmes. Seu objetivo é a divulgação
do universo Star Wars e a contribuição com a sociedade, tomando parte em
ações sociais. Fundado nos EUA em 2000 por Tony Troxell e Richard Fairbrother,
no Brasil é representado pela Polis Massa Base (rebellegionbrasil.com).
Mandalorian Mercs Costume Club (mandalorianmercs.org)
é um grupo internacionalmente conhecido e exclusivo para guerreiros
Mandalorianos, cujo personagem mais conhecido é Boba Fett. Fundado em 2007
nos EUA por Tom Hutchens, atua com o objetivo de voluntariado e tem
flexibilidade nos padrões e requisitos mínimos para a criação e construção dos
costumes. O Brasil possui uma representação chamada Vode’An Clan Brasil
(facebook.com/vodeanbrasil), que abrange a Região Sudeste.
O Império Comando (imperiocomando.blogspot.com.br)
é um grupo de cosplayers criado em Contagem, Minas Gerais, por Marciano
Gonçalves, Sérgio Sevilhano e Neilor Massula. Aceita trajes de todos e quaisquer
personagens da saga, destacando-se com a maior parte de seus componentes em
armaduras de Stormtroopers, participando de eventos e ações sociais diversas
para caridade e auxílio a entidades beneficentes.O Blades Saber Team (bladesteam.com.br)foi fundado em 2008 em São Paulo, com o propósito de criar e reproduzir os
movimentos coreográficos de duelos dos filmes de Star Wars, com treinos e
ensaios buscando a demonstração como forma de expressão corporal e arte, não
de defesa pessoal. Bem como os demais grupos, opera sem fins lucrativos e com
o propósito de ações voluntárias para doações de cestas básicas a instituições
beneficentes.
O R2-D2 Builders (astromech.net)
foi fundado em 1999, com o objetivo de auxiliar os fãs que queriam montar
réplicas do R2-D2. Em eventos, é comum ver um desses robozinhos adoráveis
andando de um lado para o outro e, por perto, seu construtor e controlador
(normalmente bastante orgulhoso do impacto que sua criação causa nas pessoas).
No grupo, o fã interessado encontrará diversos outros construtores dispostos a
partilhar seu conhecimento e ajuda-lo a construir seu R2-D2.
O DarkAlliance (the-dark-alliance.com)
foi fundado nos EUA, em 2013, é o caçula dos grupos. Formado por fãs que se
vestem exclusivamente como Lordes Sith.
- Star Wars Clube Portugal(http://swccpt.blogspot.com.br/) foi fundado em
fevereiro de 2007. É o primeiro grupo de fãs da saga criado em Portugal. Uma
associação sem fins lucrativos, eles informam os fãs de Star Wars pelo site e
pelas redes sociais, inclusive em entrevistas exclusivas com elenco e equipes de
diversos filmes, além de outras atividades, como a construção de réplicas,
modelos e cosplays, e participação em eventos. Numa viagem pessoal ao país,
Felipe Trotta representou o CJRJ em um encontro em Lisboa com o presidente
Paulo Oliveira, recebendo um diploma de grupos amigos do SWCP. No sétimo
aniversário de fundação do SWCP, gravamos um vídeo com felicitações cariocas
aos conterrâneos europeus.
| Já contou quantos dedos Yoda tem? Nos episódios V, VI e III, são quatro dedos; no episódio I, apenas três em cada mão |
Se alguém pedir a você agora para assobiar a Marcha Imperial, não
duvidamos que conseguirá (a não ser que não saiba assobiar). E a música do
E.T? E aquela musiquinha que vai aumentando o suspense em Tubarão? A
trilha do Indiana Jones e a do Superman, então, é como tirar doce de criança.
Por trás de todas essas músicas mais do que entranhadas na nossa memória
afetiva está o mesmo homem: John Williams. Ele só venceu 17 Grammys, 5
Oscars, 5 Baftas, 3 Globo de Ouro e 2 Emmys.
Em 1977, quando “Guerra nas Estrelas” foi lançado, levou um Oscar e um
Globo de Ouro por melhor trilha sonora original. De quebra, levou também
três Emmys. Em 1980 e em 1983, foi indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro
pelas sequências, mas o povo deve ter achado deselegante premiar sempre a
mesma pessoa. Em 1980, levou mais dois Emmy s por “O Império contra ataca”. E todo ano aparecia por lá, com mais indicações do que parece
possível para um cara só.




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